Economia Colaborativa: mais uma oportunidade de negócio – Por Graziele Silva

Já parou pra pensar que cada vez mais nosso estilo de vida caminha para o colaborativo? Caronas, vendas de usados e acomodações em todo o mundo por preços acessíveis, couchsurfing, crowdfunding,  fazem parte do nosso dia-a-dia, nossas preferências e, principalmente do nosso orçamento. 

Todo este incentivo, é fruto de uma tendência que se iniciou lá em 2008, 2009, sobretudo pelos avanços tecnológicos e pela crescente acessibilidade.

Este fenômeno é a Economia Colaborativa ou Economia de Rede, que diante de problemas sociais e ambientais do nosso cotidiano promove a divisão ao invés do acúmulo, impactando a forma como fazemos negócio. Na prática, é a divisão do uso ou da compra de serviços de maneira facilitada, principalmente por meio de aplicativos que possibilitam a interação entre pessoas.

Do ponto de vista das empresas, modelos de negócios têm sido repensados, tornando-se em prestadoras de serviço ou provedoras de plataformas, deixando um pouquinho de lado os mágicos 4P’s (praça, preço, produto e promoção).

Pilares da Economia Colaborativa

A economia colaborativa tem seus princípios baseados no Social – pensando no aumento da densidade populacional e nos avanços em direção a sustentabilidade; no Econômico – com aumento da flexibilidade financeira, a preferência pelo acesso ao invés da aquisição, e com foco na monetização de estoque em excesso; e no Tecnológico – que é beneficiado pelas redes sociais e plataformas móveis, além de todos os sistemas de pagamento que estamos acostumados.

quem diga que este modelo de compartilhamento de bens e serviços sempre existiu, mas que o acesso a tecnologia deu uma roupagem diferente, incrementando o termo. Ainda, que este “modelo de economia” há tempos já é utilizado na esfera empresarial através das joint ventures, compartilhando os custos de um novo negócio.

Neste contexto, além da divisão de custos, da propagação de um consumo mais consciente e maior a acessibilidade a diferentes bens e serviços, a economia colaborativa também proporciona maior empoderamento dos consumidores, quando suas opiniões são cada vez mais levadas a sério, impactando outros consumidores, empresas e organizações através das reviews.

Para saber mais

Neste vídeo a Camila Haddad, fundadora do Cinese define economia colaborativa de maneira prática:

 

A Descola é uma escola de inovação online, e se você se interessou pela Economia Colaborativa e tá afim de aprender mais, eles estão oferecendo um curso gratuito (e com certificado) sobre o assunto! Dá uma olhadinha aqui!

E se você ainda tá curioso (a), nesse link, você tem acesso a um compilado de informações, com especialistas (inclusive quem é contra!)  sobre como a economia colaborativa impacta a vida das pessoas e das organizações. Aproveite e bom estudo! Ah, share it!

 

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Graziele Silva

Graziele Silva

Graduanda em Ciências dos Alimentos na ESALQ/USP. Descobrindo as conexões entre Marketing e Alimentos. Acredita que o conteúdo vai unir todas as pontas sem nó do Universo.
Graziele Silva

Graziele Silva

Graduanda em Ciências dos Alimentos na ESALQ/USP. Descobrindo as conexões entre Marketing e Alimentos. Acredita que o conteúdo vai unir todas as pontas sem nó do Universo.

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