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Marketing e a Nova Masculinidade – Por Graziele Silva

Se você não tem ideia do que “Nova Masculinidade” quer dizer, investe 5 minutinhos aqui neste texto!

Esse termo vem sendo usado para conceituar o comportamento dos homens nos dias de hoje, pensando no rompimento de estereótipos de gênero e fortalecendo a tão debatida (e necessária) relação igualitária entre homens e mulheres.

Quando falamos em comportamento, associamos a um conjunto de práticas socialmente aceitáveis, o que muito nos fala de consumo e consequentemente: marcas! As marcas têm apostado na comunicação com o público masculino através desse conceito,  desconstruindo ideais e repensando o que de fato é masculino.

+ sobre Marcas aqui!

Essa Nova Masculinidade incentivada por grandes marcas tentam melhorar a persona criada pela masculinidade tóxica, machista, de que homens não choram, não tem sentimentos e em hipótese nenhuma se sentem vulneráveis, em busca de uma masculinidade menos opressora e mais inclusiva.

Apesar de 75% dos homens brasileiros entre 25 e 44  anos nunca terem ouvido falar de masculinidade tóxica, hoje temos mais de 3 mil vídeos no Youtube que debatem sobre questões relacionadas à masculinidade, e o público masculino foi responsável por 10 mm de acessos do tema!

A nova masculinidade deve acompanhar as pautas de justiça, igualdade e real democracia previstas neste século, questionando os modelos mais tradicionais reafirmados pela sociedade patriarcal, e caminhando ativamente na construção de uma sociedade apta a diversidade e aberta a melhoria do desenvolvimento humano.

Marcas que se posicionaram frente a esta temática, apostam principalmente no diálogo intergerações através de um olhar digital, para conectar e aproximar essas pessoas. Dentre as inúmeras e ainda não testadas ferramentas, três delas se destacam no Dossiê BrandLab da Google:

1 – Homens precisam de estereótipos?

A Mash quis fugir do clichê homem-fortão-de cueca, e fez uma campanha em que homens são retratados de maneira mais real, vulneráveis e inseguros com seus corpos, afastando o estereótipo de machão e tornando a masculinidade muito mais possível, através do humor.

2 – Promover a Troca de Experiências entre Homens

Retratar homens falando de suas experiências é uma maneira de criar novos modelos e aproximar o consumidor dessa personalidade cada vez mais real. No ano passado, a Natura, em parceria com o blog Papo de Homem e a Philips, viabilizaram esse espaço organizando o “Homens Possíveis” evento destinado ao debate a respeito do que é ser um homem hoje em dia. Um release bem bacana do evento:

 

3 – Link produto e gênero

Mulheres vendendo eletrodomésticos e homens fazendo investimentos, são associações extremamente enraizadas na publicidade tradicional, conectando gênero e produto,  reproduzindo um cenário que não traduz mais a nossa realidade. 

Quer saber mais sobre o Processo de Decisão de Compra atual? 

Em uma tentativa de desconstruir essa linha de pensamento, a Bepantol instalou trocadores de fralda em banheiros masculinos de vários estabelecimentos, incentivando a divisão de tarefas e responsabilidades quando o assunto são os filhos, sinalizando a paternidade ativa.

 

Com essas iniciativas, as marcas tornam-se agentes de transformação para esse comportamento masculino, desenvolvendo narrativas cada vez mais provocativas para captar a atenção deste NOVO HOMEM, colaborando com um mundo mais igualitário e relações mais sensíveis, onde homens sejam estimulados a se expressarem de maneira clara, reduzindo a toxicidade enfiada goela abaixo desde que são meninos, lidando melhor com suas emoções.

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